sexta-feira, 20 de março de 2015

Fiéis Discípulos Missionários para a Igreja na América Latina.


A vida é repleta de desafios e ainda que não os ouçamos e contestamos, o vazio existencial é pertinente, estimulando a busca pelo concreto que o preencha. A essência humana está pautada pelo encontro do infindável. É quando tomamos conhecimento desta verdade que podemos ouvir ressoar em nosso coração o chamado de Cristo: "Vem e segue-me." (Mateus 19, 21)

Respondendo de forma autêntica a esse chamado, ao ingressar na caminhada de Fé o cristão católico encontra diversas situações de obstáculos e percebe que o maior desafio está apenas se iniciando. O desejo ardente de se tornar "pescador de homens" o faz "avançar para as águas mais profundas", fazendo-o conhecer melhor a Igreja, esposa Imaculada do Cordeiro, sua trajetória milenar, seus Santos Padres, seus dogmas, suas tradições, seu magistério. Toda esta riqueza está banhada com o sangue dos mártires e como se não bastasse, também impõe ao discípulo missionário, o martírio.

Em tempos idos, o martírio dos que tinham a Cruz imprimida no peito se dava pela lança e pela espada. No século XXI, muitas transformações nos diversos âmbitos da sociedade levou a impregnação de vertentes ideológicas contrárias à Fé milenar preservada pelos Santos e guardada pela Igreja, em muitos católicos, tanto como seminaristas, diáconos, padres, bispos e cardeais. Diante desta realidade, o discípulo missionário se vê martirizado e tentado, pelo inimigo antigo, agora transvestido com o dragão das ideologias, como bem referiu o Santo Padre o Papa Emérito Bento XVI.

É através desta caótica situação presente principalmente na América Latina, que clamamos operários para a messe do Senhor. A Igreja precisa de combatentes, fiéis discípulos missionários como São José de Anchieta e o Venerável Pe. Manuel da Nóbrega. Afinal, não é capaz de dar frutos o ramo que não permanece na  Videira. 


sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Francisco, de guerreiro dos homens à servo de Deus

Vivia na cidade de Assis um jovem chamado Francisco, de família nobre, sendo os pais importantes comerciantes de tecidos. 
Portador de admirável valentia, o menino a quem O Senhor em sua infinita bondade e misericórdia convocara à linha de frente do exército dos santos, viveu a metanoia ao escutar a voz dizendo: "A quem você quer servir?"

A partir de então, como o Irmão Sol, a estrela de Assis descobrira sua vocação de serva, fazendo suscitar o brilho de uma grande constelação: a Igreja! Membro dessa constelação, Francisco se referia a todos com profundo espírito de irmandade fraterna. Abraçando a pobreza, reconhecia-se como o último dos servos e por consequência Deus o elevou ao ponto de incutir em seu corpo as marcas da sua Santa Paixão. 

Francisco como guerreiro conquistou a Paz e o Bem Supremo; Como servo não apenas foi um homem de oração, mas foi a própria oração.

São Francisco de Assis, rogai por nós! 

Obs.: Não perca! No próximo dia 30 de Setembro, daremos às orações do tríduo em honra ao Pobrezinho de Assis. Convoque a família, forme grupos, e compartilhe a ideia.

PAZ e BEM!

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

ESTIGMAS DE SÃO FRANCISCO: MARCAS DO ETERNO


No dia de 17 de setembro, toda a família franciscana, celebra a festa da impressão das chagas de São Francisco de Assis. O Santo de Assis recebeu, em 1224, no Monte Alverne, após uma visão de Cristo crucificado em forma de serafim, sinais visíveis que o assemelham em vida à humanidade de Cristo. Sinais que demonstram o grande empenho de São Francisco em doar a sua vida para tornar-se no mundo outro Cristo.
O amor de Deus se realizou plenamente e profundamente na pessoa de seu Filho Jesus Cristo. A encarnação, a Eucaristia e a Paixão são expressões concretas do amor de Deus. Mas no alto do Madeiro, Jesus Cristo revelou a humanidade que Deus é na simplicidade do amor gratuito.    

Assim, Francisco abraçou em sua vida a experiência de encontro com o Cristo pobre, obediente e casto. E por inspiração divina deixou-se impregnar pela imitação de Cristo não simplesmente como uma mera repetição de expressões e gestos exteriores de Cristo, mas como uma profunda sintonia com a experiência do Cristo crucificado que lhe diz:“Francisco, vai e reconstrói a minha casa que, como vês, está toda destruída!” (2Cel 10,5).
No entanto, aproximando-se da Festa da Santa Cruz, como nos relata São Boaventura, Francisco rezava quando lhe apareceu um Serafim com seis asas e entre as assas um homem crucificado. E imediatamente foi impresso em suas mãos, nos seus pés e no seu lado os sinais da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Logo, Francisco assemelhou-se à Cristo crucificado. Eis que as marcas do Eterno se fazem presentes visivelmente em seu corpo. Pois, de fato, Francisco trazia em seu coração, em sua boca, em seus ouvidos, em seus olhos, em suas mãos e em todo seu ser Jesus Crucificado.

Portanto, nesta experiência única, São Francisco nos ensina que é preciso buscar a cada dia de nossas vidas um encontro e uma intimidade que nos transformem em um novo homem e numa nova mulher pela graça de Nosso Senhor Jesus Cristo. Fazer com que as marcas do Eterno sejam visíveis em nosso proceder, em nosso falar, em nosso testemunho e, sobretudo, em nossos corações. Sendo assim, ao saborear o amor de Deus, possamos também amar sem medida como Cristo nos amou por primeiro. Essa é nossa principal vocação: amar como Cristo nos amou.

In: Franciscanos Conventuais.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

A la espera de mi novio/novia



Señor Dios, Vos sos el Amor, y me hiciste para amar.
Busco a la persona que desde antes que naciéramos
Vos pensaste especialmente para mi.
Haceme paciente en este esperar su llegada.
Sé que hiciste su corazón para mi y mi corazón para ella.
Enseñame a reservarme para esta persona, como ella se reservará para mi.
Que mis ansias y mi impaciencia no desvíen el camino,
ni me lleve a buscar atajos fáciles.
Entréname en el amor generoso a los otros
para que cuando llegue pueda amarla profundamente.
Enseñame a orar por ella, por nuestros procesos
personales que van madurando nuestro ser.
Cuidala de todo mal, guardala en su cuerpo, alma y espíritu.
Aunque no nos conozcamos ayúdanos a ser mejores cada día,
más solidarios, más generosos, más puros de corazón.
Bendito seas Señor, en esta persona que pensaste para mi.
Bendito seas Señor que nos has hecho para amar y ser amados.
Bendito seas en el día que nos conozcamos,
y podamos emprender el camino "de ser uno" en el amor.
Amén!

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Encontro de São Francisco com São Domingos.

"Na história de São Francisco, escrita por Daurignac, encontra-se a descrição do famoso encontro dele com São Domingos: “Uma noite, durante sua estada em Roma, estando Francisco em oração, viu Nosso Senhor prestes a lançar sobre os pecadores os mais terríveis castigos. Sua divina Mãe esforçava-se por aplacá-lo, pedindo perdão pelos culpados e apresentava-lhe dois homens que iam trabalhar na conversão do mundo e chamar uma infinidade de ovelhas tresmalhadas. Francisco reconheceu-se num desses apóstolos; quanto ao outro, não sabia quem era”.

No dia seguinte, orava numa igreja que seus historiadores não designam e, de repente, sente-se sustentado nos braços por um desconhecido, que lhe diz: “Sois meu companheiro. Trabalharemos em união, apoiar-nos-emos um no outro, caminhando no mesmo fim e ninguém prevalecerá contra nós.”

São Francisco reconhece o homem da visão: era São Domingos, que também tivera uma visão semelhante; e que vendo São Francisco em oração na igreja em que acabava de entrar, o havia reconhecido, impelido pelo Espírito de Deus
Algum tempo depois desse encontro, São Francisco e São Domingos assistiam juntos ao ofício na basílica de São João de Latrão. Um religioso da Ordem do Carmo e pregador célebre deveria fazer-se ouvir. Era Frei Ângelo, que depois teve a glória de morrer mártir na Sicília. Enquanto pregava, Frei Ângelo viu São Francisco entre os ouvintes e, inspirado pelo Espírito Santo, parou, olhou e exclamou com acento profético, que São Domingos e São Francisco seriam duas poderosas colunas da Igreja.

Depois do sermão, espera-os, abraça-os e lhes diz uma parte dos favores que Deus lhes reserva. E os dois santos, a seu turno, esclarecidos por uma luz sobrenatural, desvendam-lhe os principais acontecimentos do futuro dele. Quando saíam da igreja, encontram um leproso e, por um movimento espontâneo, todos os três, ao mesmo tempo, os abençoam e lhe restituem a saúde.

Semelhanças e dissemelhanças entre São Francisco e São Domingos

Segundo a descrição, os dois (São Francisco e São Domingos) tiveram visões em que cada um conheceu o outro. Depois, em certo momento, São Francisco estava rezando na igreja, e São Domingos o viu. Foi lá e abraçou-o. Abraçou-o e então permutam essa mesma missão de trabalharem juntos.

O que significa esse abraço? É o abraço de duas almas que tinham todas as razões para se estimarem no mais alto grau possível. De um lado, porque eram sumamente parecidas e, de outro lado, porque eram sumamente diferentes.

Em Deus – quer dizer, segundo as coisas católicas – a suma semelhança leva à amizade, mas a suma dessemelhança também leva à amizade; porque não é uma dessemelhança de contradição, em que um é o desmentido do outro, mas é uma dessemelhança de complementação, em que um completa o outro, em que um tem aquilo que falta ao outro. Os dois juntos constituem um todo harmônico. E assim como, por exemplo, duas notas de uma harmonia musical uma pede a outra no que têm de dessemelhança, assim também dois santos se atraem um ao outro, não só por profunda semelhança, mas também por sua profunda dessemelhança.

Do ponto de vista da semelhança, a vocação marial de ambos era profunda. São Francisco de Assis foi o grande paladino da Imaculada Conceição. Séculos antes de estar definido o dogma da Imaculada Conceição, essa verdade já era tida como indiscutível entre os franciscanos, que a sustentavam no mundo inteiro."

#1AnoJMJRio2013



A série de postagens #1AnoJMJRio2013 visa relembrar alguns momentos marcantes que antecederam e procederam a Jornada Mundial da Juventude Rio 2013. O maior evento jovem da Igreja Católica, no qual pude experimentar uma experiencia inexplicável. Todos os minutos e segundos vividos estão cravados na memória deste jovem peregrino, que deseja partilhar com vocês através deste blog. Espero que gostem.


PAZ e BEM! 

Chegada e Caminhada de um jovem Peregrino




Chegamos ao Rio por volta de 2:30 hrs de sábado. Como o nosso micro-ônibus só podia trafegar até o "Fundão" e não havia transporte publico disponível a partir daquele horário. O jeito era tentar cochilar até 5:30hrs e foi o que fizemos. O desconforto era claro, porém, não há vida sem cruz. Tomamos o ônibus com o ticket transporte do kit peregrino e fomos do "Fundão" até São Cristóvão, onde tomamos café da manhã e descansamos até às 10:00 horas. Praticamente não paramos. Tomamos o metrô que nos levaria até a Carioca para pegar o Kit Vigília. Ao pegar o kit vigília fizemos uma pequena pausa para o lanche, e depois dá-lhe caminhada!
Caminhamos 8 Km mais ou menos até a Praia de Copa Cabana. A pesar das constantes chuvas durante a semana o Sol pairava sobre nós graças à uma profecia do Santo Padre que recomendou ao prefeito Sergio Cabral que doasse ovos às irmãs clarissas e que rezassem pedindo a intercessão de Santa Clara. Recomendação acatada e cumprida pelo prefeito. No decorrer da peregrinação, fiz um grupo de cerca de 30 argentinos gritarem BOTAFOGO, BOTAFOGO...!!! Como se não bastasse, ainda os fiz gritar: "FLAMENGO 2ª DIVISIÓN, FLAMENGO 2ª DIVISIÓN!!!! Naquela hora, tive a certeza de que a Argentina é Alvinegra! rsrsrs. 
A pé, encontrei os amigos do Borboleta e também os amigos do MUR! Também ganhei a companhia de uma bolha no pé.. rsrsrs
Copa lotadaaaaa quase não havia como se locomover. Tantos jovens argentinos, angolanos, peruanos, australianos, uruguaios... A Juventude da Cruz se fazia presente! Entre tantos irmãos e irmãs, achar um específico seria praticamente impossível! Mas sabe aquele lema que diz assim: DEUS FAZ, DEUS JUNTA? Então, foi bem por aí mesmo não é Alvaro Lacerda
Muita música e louvor até o momento mais esperado: A vigília com o Santo Padre!

                                           
                                                     Eu com o Emanuel da Canção Nova